Revista Acta Scientiae ( v.14, n.2, 2012)

A edição da Revista Acta Scientiae ( v.14, n.2, 2012) – Especial de Modelagem Matemática a qual se encontra disponível em http://www.periodicos.ulbra.br/index.php/acta/index

Agradeço o trabalho das organizadoras desse número Profas Lourdes Maria Werle de Almeida, Jussara de Loiola Araújo e Eleni Bisognin


Muito obrigado e boa leitura.

Prof. Dr. Maurício Rosa

Editor Revista Acta Scientiae
Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática – PPGECIM
Universidade Luterana do Brasil -ULBRA – Canoas (RS)

mauricio.rosa@pq.cnpq.br

Submissão de artigos para revista Acta Scientiae!

Informo que as submissões de arigos para a revista Acta Scientiae estão sendo feitas pelo Sistema Eletrônico de Editoração de Revista (SEER), O endereço é:

http://www.periodicos.ulbra.br/index.php/acta

Informo que a edição nº  2 desse ano já se encontra na nossa gráfica e foi organizada pela coordenação do GT10 da SBEM. O número é sobre Modelagem Matemática e, em breve, estará no ar. Agradeço desde já às professoras Lourdes Maria Werle de Almeida, Jussara de Loiola Araújo e Eleni Bisognin pelo excelente trabalho.

Informo que a revista Acta Scientiae passou a ser quadrimestral, logo, ainda haverá o último número nesse ano.

Agradecemos a todos os colaboradores e aguardamos críticas e sugestões.

Por favor, divulguem esse email e o endereço da Revista para leitura e novas submissões.

Prof. Dr. Maurício Rosa

Editor Revista Acta Scientiae
Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática – PPGECIM
Universidade Luterana do Brasil -ULBRA – Canoas (RS)

Como aumentar as chances de publicação e citação do seu artigo.

Um projeto ou qualquer trabalho acadêmico vai passar por uma avaliação. No entanto, os avaliadores geralmente estão assoberbados de trabalho e essa avaliação poderá ser feita de forma apressada e, às vezes, injusta.

Uma maneira de aumentar as chances de um julgamento favorável – para além da qualidade intrínseca do trabalho – é tentar que essa avaliação seja menos apressada e isso pode ser conseguido ao se despertar o interesse do avaliador.

Há que se fazer o trabalho se vender bem ao avaliador, através de ‘anzóis’, tal como se faz numa peça publicitária:

- O primeiro anzol é o Título. Um título não apenas apropriado mas original desperta a atenção e curiosidade do avaliador. Não será apenas ‘mais um trabalho’ a avaliar.
- O segundo anzol é o Resumo. O Resumo é, depois do título, a próxima coisa a ser lida. Muitas vezes decidimos a compra de um livro pelo resumo. O mesmo sucede com o avaliador. Um resumo não só completo e bem estruturado, mas escrito de forma aliciante ‘seduz’ o avaliador para continuar lendo o trabalho.

Mas, um bom título e um bom resumo aumentam suas chances se forem construídos em torno das palavras-chave do trabalho e se estas forem bem escolhidas.

A escolha das palavras-chave de um artigo é um procedimento aparentemente trivial mas que, em função da nossa realidade atual de buscas na Internet e das exigências crescentes de produtividade científica, merece ser tratado com profissionalismo.

Tal como já acontece em algumas áreas, há uma tendência para que, na nossa área ‘Ensino’, a ‘qualidade’ de um periódico seja medida objetivamente pela frequência com que os artigos aí publicados são citados em outros trabalhos. Portanto, é importante que nossos trabalhos sejam, não só publicados mas também citados.

Não há, além da qualidade intrínseca do trabalho, como garantir que um trabalho seja citado. Todavia, quanto mais ele for lido, maiores as chances de que seja citado. E, para que seja lido, é importante que seja encontrado pelos seus leitores.

Como, hoje em dia, uma parte muito grande da busca de referências bibliográficas se faz por motores de busca como o Google, seria interessante garantir que nossos artigos fossem encontrados mais frequentemente, por forma a garantir maior número de leitores, e, consequentemente, de trabalhos que o citem.

Veja-se, por exemplo, no site da gigante Wiley-Blackwell, esta página (http://authorservices.wiley.com/bauthor/seo.asp) com instruções específicas de como otimizar um artigo para os motores de busca como o Google.

“Otimizar o seu artigo para motores de busca vai aumentar muito a sua chance de ser visto e/ou citado em outro trabalho. Os índices de citação já figuram em muitas áreas como uma medida do valor de um artigo; há evidências de que as visualizações/downloads do artigo também estão começando a contar da mesma forma. As áreas cruciais para a otimização são o resumo e o título de seu artigo, que estão disponíveis livremente para todos on-line.”

Veja nesta página (http://www.fisica-interessante.com/aula-historia-e-epistemologia-da-ciencia-4-ve-epistemologico-de-gowin-2.html) uma técnica que proponho para otimizar as palavras-chave (e, por consequência, o título e o resumo) para o Google.

 

Pror. Dr. Renato Pires dos Santos é docente do PPGECIM e possui doutorado em Física pelo Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas, pós-doutorado em Inteligência Artificial aplicada à Física pela Universitaet Karlsruhe (TH) (Alemanha) .

Inscrição de trabalhos XVI EBRAPEM

Comunicamos aos estudantes e professores que a inscrição de trabalhos está aberta até 17 de setembro de 2012.

Submissão de Trabalhos para o XVI EBRAPEM: http://matematica.ulbra.br/xviebrapem/submissao.html

 

Local: UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL, Canoas/RS

Período de realização: 12 a 14 de novembro de 2012

O EBRAPEM – Encontro Brasileiro de Estudantes de Pós-Graduação em Educação Matemática promove há 15 anos discussões sobre pesquisas em Educação Matemática, tendo como foco principal a participação dos estudantes de mestrado e doutorado. Para tanto, são promovidas conferências, mesas redondas, seções de trabalhos, a partir de temáticas específicas. O XVI EBRAPEM tem como temática norteadora: As Tintas da Pesquisa em Educação Matemática nos Papéis Sociais, que tem a finalidade de tratar, entre outros objetivos, da responsabilidade social dos educadores matemáticos.

Organização:

Estudantes Organizadores: Alexandre Branco Monteiro, Andrielly Viana Lemos, Celina Amélia da Silva, Clarissa de Assis Olgin, Cristian Douglas Poeta, Denílson José Seidel, Jamille Mineo, Joseide Justin Dallemole, Lélia de Oliveira Cruz, Lenice Mirandola da Rocha, Lucas Gabriel Seibert, Lucas Vanini, Solange Mussato, Tania Elisa Seibert, Vanderlei Adriano Petry, Vania Ribeiro, Vinícius Pazuch

Professor Responsável: Prof. Dr. Maurício Rosa

Layout do Site: Conrado de Paula, Rodrigo Brasil dos Reis

Oficinas do Laboratório de Matemática!

saiu o calendário de oficinas do laboratório de Matemática!

Professor Mauricio Rosa participou do 12th ICME

A ULBRA se fez presente em dois eventos de âmbito internacional, na área de educação matemática, por intermédio de publicações dos professores do Programa de Pós-graduação em Ensino de Ciências e Matemática (PPGECIM) da ULBRA. O professor Maurício Rosa representou o Programa e apresentou trabalhos nos dois encontros, realizados em Seul, na Coréia e em Taipei, Taiwan, no mês de julho.

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O primeiro, The 12th Internacional Congress on Mathematical Education (ICME), que aconteceu em Seul, de 08 a 15.07. O professor explica que o ICME tem o objetivo de apresentar o trabalho de pesquisadores de todo o mundo a cada quatro anos. O congresso reuniu aproximadamente quatro mil estudiosos em Educação Matemática de 40 países.

Durante o encontro foram apresentadas três pesquisas vinculadas ao PPGECIM da ULBRA Canoas. A primeira, Science and mathematics in-service teacher education aiming at the development for citizenship behavior, é de autoria das professoras Claudia Groenwald, coordenadora do PPGECIM, Jutta Justo e Marlise Geller. A segunda, The other self and the perception of the other self in cybereducation of mathematics teachers, tem como autores os professores Maurício Rosa e Denílson José Seidel. Já a última Philosophical aspects present in questions regarding mathematics education and technology, também é de autoria de Maurício Rosa, em parceria com a professora Maria Aparecida Viggiani Bicudo (Unesp – Rio Claro).

O segundo evento – The 36th Conference of the International Group for the Psychology of Mathematics Education (PME) – realizado de 18 a 22.07, em Taipei, acontece anualmente. Este ano, a conferência abordou o tema Oportunidades de Aprender em Educação Matemática, na perspectiva de que a educação deve ser desenvolvida e promovida em dimensões diversificadas. Durante este encontro, o professor Maurício Rosa apresentou o estudo The Best Class I Have Ever Given, Was When I Did Not Give Class, desenvolvido em parceria com Lucas Vanini.

 

Fonte: http://www.ulbra.br/ppgecim/noticia/3101/professor-participou-de-congressos-sobre-educacao-matematica/ (ACS ULBRA) publicado em: 07/08/2012 20:58:28

 

Saiu novo número da Revista EDUCAÇÃO MATEMÁTICA EM REVISTA – RS

Saiu a nova Edição v. 1, n. 12 (2011)

EDUCAÇÃO MATEMÁTICA EM REVISTA – RS

http://sbemrs.org/revista/ – Revista na íntegra

 

Professor Agostinho Serrano cedeu entrevista para Blog Cientista Didático

A entrevista de hoje é com o educador em ciências que iniciou sua trajetória acadêmica nas áreas “puras”, mas migrou para a área de ensino há doze anos: Agostinho Serrano de Andrade de Andrade Neto. Formado em Física pela UFPE, fez seu doutoramento na área de Física Atômica e Molecular/Química Quântica na USP, realizando modelagem computacional de moléculas isoladas e em meio solvente. Após ter vindo para a ULBRA em 2001, migrou para a área de ensino e fez um pós-doutoramento na área de Ensino junto ao Prof. Marco Antônio Moreira no Instituto de Física da UFRGS. Analisando seu  Currículo Lattes podemos perceber seu envolvimento com as Tecnologias da informação e comunicação aplicadas ao Ensino de Ciências, seu principal foco de investigação, em especial é o uso de simulações e modelagem aplicadas ao ensino de física e química, tendo publicado na área de modelagem tanto em física e química pura como em ensino. O professor Agostinho é atualmente professor do PPGECIM da ULBRA, onde atua na formação de mestres e doutores na área.

Vejamos a entrevista, que foi respondida por e-mail:

Cientista Didático: Você atribui algum papel para a didática no desenvolvimento da ciência e da tecnologia?

Agostinho Serrano: Esta é decerto uma pergunta profunda! A didática é uma tentativa de se compreender, estudar e sistematizar métodos para o ensino de algo, e no caso da ciência e tecnologia, no ensino das mesmas. É inegável que o fazer científico atual – que requer o esforço conjunto de centenas ou milhares de cientistas, como podemos ver, dentro de um exemplo atualíssimo do esforço para detecção e caracterização do que seria o Bóson de Higgs – seria impossível se não houvesse um esforço didático aplicado à ciência e tecnologia, o que possibilita a formação em massa de muitos cientistas. Também podemos pensar o processo inverso: utilização da ciência e tecnologia aplicadas à didática.
Cientista Didático:  Na história da ciência de sua disciplina você poderia indicar algum cientista que tenha colaborado bastante com o desenvolvimento do ensino e da didática (da química, por exemplo)?
Agostinho Serrano:Dois nomes me saltam à memória quando li a pergunta: Richard Feynmann e Lev Davidovich Landau. O primeiro conhecido tanto pela sua forma original e não ortodoxa de fazer e ensinar física (conforme ele, herdada do seu pai) e do seu senso de humor afiadíssimo (também como o próprio afirma, herdado de sua mãe). O segundo conhecido por ser rigorosíssimo no que concebia ser “conhecimento mínimo em física” – elaborou um teste que em pouco menos de 30 anos apenas 43 candidatos passaram.
Feynmann e Landau publicaram livros didáticos em física, que ainda hoje são utilizados por estudantes e que mostram o insight que os mesmos possuíam. Uma curiosidade é que ambos participaram do programa nuclear de seus países de origem, EUA e URSS.
Cientista Didático:Como você se aproximou da didática das ciências?
Agostinho Serrano:Me aproximei da didática das ciências após ingressar no PPGECIM da ULBRA. Até então trabalhava em uma área de interface entre a física e a química: de um lado chamada de física atômica e molecular e do lado oposto da cerca de química quântica. Uma das áreas didáticas que me fascinou foi a Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem, em especial pela Psicologia Cognitiva; bem como tive um fascínio natural pelo desafio que é a metodologia de pesquisa em humanidades, que requer uma percepção aguda das reações humanas e uma resposta pronta quando realizamos entrevistas, de forma que tenhamos dados interessantes para responder nossas perguntas de pesquisa. Posso dizer que o conhecimento implícito que é utilizado no pensar é o que me mais fascina, e a investigação disto o que mais me motiva atualmente – fazendo uma analogia com um iceberg, o conhecimento verbalizado e escrito durante o ensino e a aprendizagem me parece cada vez mais com a “ponta do iceberg” para a compreensão dos problemas de aprendizagem.
Cientista Didático:Qual a sua opinião em particular sobre a importância da didática na formação do professor de Ciências?
Agostinho Serrano: Dito de forma bem simples, direta e dura: O ensino da didática como disciplina divorciada das ciências pode até ser prejudicial, tanto que frequentemente é rejeitada pelo professor de ciências durante a sua práxis. Por outro lado, quando a didática de cada disciplina é ensinada, uma inseparável da outra, sinto que os professores aceitam a didática de forma quase “visceral”, não apenas do pescoço para cima, mas mudando-os como um todo, como diria Rogers.
Cientista Didático: Hoje os professores se deparam com a necessidade da “alfabetização digital” em todos os níveis de ensino. Qual sua opinião sobre as tecnologias de informação e comunicação no processo de ensino – aprendizagem em Ciências?
Agostinho Serrano: As TICs são parte essencial e inseparável do mundo atual. Elas estão possivelmente provocando mudanças cognitivas importantes que mal conseguimos vislumbrar. Existem dados que indicam que as pessoas estão cada vez mais capazes de visualizar internamente imagens estáticas e dinâmicas, e que esta capacidade foi adquirida principalmente ao ter contato tanto com as TICs como pela modificação cultural provocada pelas TICs – pense em como a MTV apresenta informação quando comparada com o mesmo tipo de veículo 30 anos atrás, a primeira com uma carga de informação visual que provavelmente seria rejeitada cognitivamente por jovens da década de 50, quando a televisão foi popularizada no mundo inteiro. Para ser franco, a pergunta quase não faz sentido, pois argumentar a favor de um “ensino sem TICs”, hoje em dia, soa como um bucolismo utópico.
Cientista Didático:Como você entende que deva ser trabalhado o ensino de sua disciplina hoje em dia?
Agostinho Serrano: Não irei falar em “utilização plena e consciente de TICs, etc”, mas irei utilizar uma palavra-chave: tanto para a física como para a química, a visualização parece ser um alvo a ser atingido, na direção do que seria o Graal do ensino de física e química: a modelagem, e as TICs parecem ser a ferramenta adequada para conseguirmos este objetivo. Outra coisa importante é explorar as redes sociais, como o Cientista Didático se propõem a fazer.
Fonte: Daniele Raupp – http://www.cientistadidatico.com.br/2012/07/entrevista-com-agostinho-serrano.html?spref=fb
Daniele Raupp é Doutoranda em Educação em Ciências PPGQVS – UFRGS. Possui graduação em Química Licenciatura pela Universidade Luterana do Brasil – ULBRA (2007) e mestrado em Ensino de Ciências e Matemática pela Universidade Luterana do Brasil – ULBRA (2010)

Professor Renato Pires dos Santos apresentará no CINTED 2012

Renato Pires dos Santos, docente e pesquisador do PPGECIM da Ulbra apresentará o trabalho ‘TATI – Uma interface textual amigável para o Second Life’ no próximo dia 13 de julho às 11h no XIX Ciclo de Palestras sobre Novas Tecnologias na Educação no CINTED da UFRGS.

o evento:

A XIX edição do Ciclo de Palestras Novas Tecnologias na Educação será realizado pelo CINTED- Centro Interdisciplinar de Novas Tecnologias na Educação em conjunto com o Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação da UFRGS,  de 10 a 13 de julho de 2012, em Porto Alegre-RS.

Esta série de eventos, que iniciou em 2003,  tem como meta promover/disseminar o uso de novas tecnologias na Educação, com especial ênfase à tecnologia da informação e comunicação (TIC).

Autores são convidados a submeterem artigos inéditos, que não tenham sido publicados e nem estejam em processo de publicação em outros eventos ou periódicos.

A temática dos artigos pode envolver relatos, estudos, pesquisas e resultados derivados da atividade docente e de pesquisa relacionada com o uso da TIC na Educação.

(Fonte: http://www.cinted.ufrgs.br/)

Universidade de Baden Württemberg e ULBRA pesquisam escolas

Fazer um estudo comparativo sobre os livros didáticos de Matemática utilizados pelos sistemas de ensino na Alemanha e no Brasil. Esta é a proposta de uma parceria entre o Programa de Pós-graduação de Ensino de Ciências e Matemática (PPGECIM) da ULBRA Canoas e a Escola Superior de Pedagogia da Universidade de Baden Württemberg, naquele país. No último dia 22.06, o professor doutor em Ciências da Educação do PPGECIM, Arno Bayer, apresentou um relato sobre o desenvolvimento desta pesquisa e sua visita à instituição alemã, que ocorreu no mês de abril.

Segundo o professor, o sistema de educação alemão se torna interessante para o estudo por não ser unificado, cada estado escolhe seu método, diferente do adotado no Brasil. Outra característica marcante, de acordo com o pesquisador, é a valorização do conhecimento técnico para que se tenha mão de obra qualificada. Arno salientou que, desta forma, apenas em torno de 40% dos alunos alemães continuam os estudos como universitários.

O professor destacou ainda a cooperação entre Brasil e Alemanha que incentiva a pesquisa. Arno argumentou que esta parceria é uma oportunidade de se ter experiências que possam trazer novas propostas para o ensino brasileiro.

A iniciativa da pesquisa partiu da Escola Superior de Pedagogia da Universidade de Baden Württemberg, que procurou a ULBRA como parceira para desenvolver o estudo. De acordo com o professor, o projeto está em andamento desde 2011.

(Fonte: ACS ULBRA http://www.ulbra.br/ppgecim/noticia/2983/universidade-de-baden-w-rttemberg-e-ulbra-pesquisam-escolas/)